30 milhões: Havan e Luciano Hang são processados pelo MPT-GO por assédio eleitoral

O Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) entrou com uma ação civil pública contra a rede varejista Havan e o empresário Luciano Hang por assédio eleitoral. O processo, protocolado na Justiça do Trabalho em Goiânia, tem como base declarações feitas pelo proprietário da marca a funcionários durante a inauguração de uma filial em Caldas Novas, no sul goiano, no final de agosto.

A ação foi divulgada pelo Ministério Público de Goiás nesta quinta-feira (17). Em nota, o empresário afirmou que tem direito a dar opinião e destacou que estava falando sobre a liberdade de poder trabalhar (veja nota completa abaixo).

O proprietário da rede afirmou ainda que a Justiça “não pode ter lado”, nem “prejudicar quem gera empregos no país”, alegando que sofre perseguição desde 2018 por se posicionar publicamente.

De acordo com a petição do MPT, Hang discursou perante recém-contratados com duras críticas a pautas trabalhistas. O órgão sustentou que o empresário vinculou o voto dos trabalhadores a riscos de demissões, perda de renda e precarização profissional, o que configuraria coação e interferência indevida na liberdade política dos colaboradores.

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